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17 Comments
Andreiasofia
Posted on 22:03 - 18 de March, 2020

No meu secundário pode conviver de perto com duas raparigas que tinham trissomia 21, elas tinham atividades connosco, como por exemplo aulas de culinária e podiam fazer tudo como nós, não acontecia como muitas vezes, que têm de fazer de forma diferente por causa de terem trissomia. É muito importante eles poderem contactar connosco para nos mostrarem como eles trabalham e para nós lhes mostrarmos como trabalhamos, e assim aprender em conjunto.

    ESES Ctec
    Posted on 9:57 - 20 de March, 2020

    É verdade Andreia que pessoas com DID podem fazer tudo como nós, por vezes temos que realizar algumas adaptações razoáveis, mas que essas adaptações sejam verdadeiras e inclusivas. Sem dúvida que o conhecimento das dificuldades e das suas competências poderá ajudar muito no acolhimento destes jovens no mercado.

    Obrigado,
    Mário José

LGomes
Posted on 10:08 - 30 de March, 2020

Atualmente, é fundamental que qualquer instituição ou empresa tenha a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, mas esta inclusão muitas vezes é vista como uma “obrigação legislativa”. Além disso existem deficiências que não são limitativas e não significa que tenham capacidade produtiva, pelo contrário podem até ser pessoas engenhosas.
A contribuição de um mercado de trabalho mais inclusivo será compreender que isto tem de ser uma responsabilidade de todos e que precisam de ter asseguradas as condições de acessibilidade em qualquer contexto.

    ESES Ctec
    Posted on 14:36 - 6 de April, 2020

    Muito obrigado pela partilha da tua opinião Liliana.
    A inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho é fundamental, uma vez que as empresas necessitam de incluir estas pessoas no seu local de trabalho.

andreiar
Posted on 13:46 - 3 de April, 2020

Inclusão de crianças com paralisia cerebral:
A inclusão das crianças com Paralisia Cerebral em classes regulares, onde lhes seja proporcionado um padrão o mais normal possível é extremamente benéfico.
A realização de exercícios simples e adequados, quer na sala de aula em grande grupo, quer em sessões individuais, podem ser fundamentais para solucionar alguns dos seus problemas.
Algumas crianças podem apresentar ritmos bastante próprios, sendo mais lentas nas suas aprendizagens, por conseguinte, é fundamental que seja estabelecida comunicação entre o professor, a criança e os seus pais.

    ESES Ctec
    Posted on 10:03 - 8 de April, 2020

    Obrigado Andreia pela partilha da inclusão de crianças com paralisia celebra. A integração de crianças com DID nas turmas é muito importante, uma vez que tanto eles como os restantes colegas aprendem muitas coisas.
    Na tua opinião qual seria a melhor forma de acolher pessoas com dificuldades nos diversos locais de trabalho?

goncalovitorino
Posted on 13:15 - 8 de April, 2020

A prática de erradicar a exclusão social de portadores de deficiência deve ser uma parte integrante nos planos nacionais de educação, no qual objetivem atingir educação para TODOS. A inclusão social é portadora da equiparação de oportunidades, a mútua interação de pessoas com e sem deficiência, e o pleno acesso aos recursos da sociedade. Alunos com alguma deficiência, seja ela intelectual, mental, física, auditiva, visual e múltipla devem ter acesso a recursos diferenciados identificados como necessidades educacionais especiais. Mas qualquer adaptação ou adequação não pode ser caracterizada como um plano paralelo ao currículo escolar aplicado a todos os alunos. O ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização, no caso da deficiência visual e auditiva, adaptações do material e do ambiente físico, no caso da deficiência física, e estratégias diferenciadas para adaptação e regulação do comportamento, no caso do transtorno global, são alguns exemplos de meios para garantir os direitos desses estudantes nas escolas.
Tendo acesso ao ensino, não só serão expostos aos contextos de comunidade e sociabilidade, como também serão instruídos a tornarem-se cidadãos produtivos, participantes, conscientes de seus direitos e deveres. Dessa forma, lutar a favor da inclusão social deve ser responsabilidade de cada um e de todos coletivamente.

    ESES Ctec
    Posted on 16:39 - 14 de April, 2020

    Muito obrigado pela completa partilha. Sem dúvida que os exemplos apresentados são fundamentais para as empresas acolherem pessoas com dificuldades. As pessoas com dificuldades também são “cidadãos produtivos, participantes, conscientes de seus direitos e deveres”.

monicamendoncac
Posted on 9:41 - 13 de April, 2020

Na minha cidade existe um centro chamado CRIAL, onde os utentes com DID costumam realizar espetáculos de música, teatro e mito mais. Frequentemente fazem atividades e interagem com as restantes escolas e alunos.

    ESES Ctec
    Posted on 16:20 - 14 de April, 2020

    São essas inclusões na sociedade que são fundamentais, para mostrar a toda a população que as pessoas com DID são tão capacitadas como as sem DID.
    Muito obrigado pela partilha.

Beatriz
Posted on 3:00 - 17 de April, 2020

Para esta percentagem tão representativa na população mundial (15%), a inclusão é um processo fundamental que permite obter independência. Para além disso o contributo de pessoas com dificuldade de desenvolvimento e intelectuais, terá certamente valor partindo do principio que as boas práticas de inclusão sejam seguidas, por exemplo o conceito de design universal, a preparação dos restantes trabalhadores e staff e ainda a acessibilidade ao local de trabalho.

adrianarodrigues
Posted on 16:46 - 18 de April, 2020

Inclusão de crianças com autismo nas escolas públicas:

A inclusão de crianças com autismo nas escolas tem sofrido nos últimos anos um crescente aumento e deve ser vista como um direito e não um privilégio, como um exercício de cidadania da comunidade educativa pois todos os alunos da mesma comunidade, devem aprender juntos independentemente das suas diferenças e dificuldades individuais.
A escola deve estar preparada para dar resposta e oportunidades a todos os alunos, respeitando as suas diferenças e valorizando os seus saberes.
O nosso sistema escolar considera a criança com autismo como especial e, procura integrá-la na escola regular. Este processo requer, uma pedagogia terapêutica extremamente individual e especificamente orientada, garantido métodos de ensino e de aprendizagem necessários, quer como terapia isolada, quer em grupo.
Para isso, é evidentemente necessário docentes com uma formação adequada (e contínua) que entendam onde estão as capacidades do aluno com autismo e como é que elas podem ser desenvolvidas.
São de salientar algumas estratégias que um docente deverá adotar, para uma maior inclusão destes alunos:
– Recurso a suportes visuais sempre que o professor aborde um novo conteúdo, visto que alunos têm uma boa memória visual;
– Uso das TIC para motivar estes alunos a aprender, o que pressupõe que as escolas devem estar equipadas com computadores e acesso à internet;
– Permitir que todos os alunos possam conviver em conjunto.

simonlopes
Posted on 0:30 - 19 de April, 2020

A sociedade tem mudado bastante, e uma das suas transformações está relacionada com o mundo dos negócios, e com a inclusão de pessoas com necessidades especiais no mercado de trabalho. As empresas passaram a ter um compromisso para com a sua responsabilidade social, atendendo ao seu dever de agregar valores na coletividade. Assim sendo, têm que cumprir esse dever através de inclusão, possibilitando o exercício dos direitos garantidos pela Constituição Federal – que assegura que todos os portadores de necessidades especiais tenham o direito a inclusão social. Quando atentamos nos conceitos inerentes à responsabilidade social e à inclusão, reparamos que a sociedade está a passar por um processo de adaptação, ao incluir pessoas com algum tipo de deficiência ou necessidade no mercado de trabalho. Graças ao preconceito presente em muitas empresas, que tendem a visar apenas o lucro, estas tendem a descartam oportunidades para pessoas com certas limitações. Isso tem vindo a mudar, e o rumo ao ratamento com igualdade e respeito tem-se tornado um objetivo recorrente. Como tal, para que essa inclusão seja realmente sentida, a lei nº 13.146/2015, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, assegura aos portadores de necessidades especiais condições de saúde, educação, habitação e trabalho.

Pedro Amendoeira
Posted on 18:41 - 20 de April, 2020

Na minha ótica, é fundamental, não só enquanto cidadãos, mas enquanto seres humanos, promovermos cada vez mais esta inclusão de pessoas com deficiências, não só num contexto social, como também num contexto laboral. Enquanto país e sociedade democrática, Portugal deve seguir os bons exemplos de alguns países (como é o caso da Suécia), no esforço para promover esta aproximação. Todos temos direito às mesmas oportunidades, tal como todos temos os mesmo direitos e deveres, enquanto cidadãos deste país. O combate ao preconceito deve, deste modo, estar presente não só no nosso quotidiano, como também em instituições de ensino empresas, de modo a providenciar, não só uma melhor qualidade de vida a estas pessoas (que não pediram para nascer com determinado tipo de condição), mas também para nos melhorar enquanto sociedade e país. É, portanto, necessário assegurar condições de acessibilidade, para que tudo isto aconteça.

Tiago Mestre
Posted on 20:54 - 20 de April, 2020

Eu quando andei do 6 ate ao 8 ano num clube de jovens, existiam jovens com trissomia 21 onde nos tivemos a oportunidade de conviver com eles, estudar com eles, e ter vario tipo de entretenimento em grupo

    ESES Ctec
    Posted on 9:24 - 22 de April, 2020

    A integração destes jovens na sociedade é muito importante. Obrigado Tiago por partilhar a sua experiência.

Ricardo_pme
Posted on 15:21 - 23 de April, 2020

Em coruche existe a CRIC

O C.R.I.C. – Centro de Reabilitação e Integração de
Coruche tem como missão constituir uma resposta de qualidade ao nível da
reabilitação e inclusão de pessoas em situação de deficiência e outros grupos
desfavorecidos e suas famílias, através da resposta social do Centro de
Actividades Ocupacionais, promovendo a
dignidade, a igualdade e a qualidade de vida.

A Minha experiência com a CRIC foi uma vez que fui fazer voluntariamente a manutenção dos computadores disponíveis para utilização dos utentes , instalando alguns programas e jogos didáticos bons para o seu desenvolvimento de competências

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