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13 Comments
Andreiasofia
Posted on 21:59 - 18 de March, 2020

Na minha terra, uma rapariga com trissomia 21 abriu uma loja, género de mercearia, as pessoas aceitaram muito bem a ideia e ela consegue estar ocupada durante o dia e estimular a aprendizagem.

    ESES Ctec
    Posted on 10:01 - 20 de March, 2020

    São partilhas como estas que devem ser um exemplo de empreendedorismo. Para ser empreendedor não é necessário ter um grande negócio, basta ser um negócio que ajude estes jovens a terem o seu próprio trabalho e sua autonomia.

    Obrigado,
    Mário José

andreiar
Posted on 14:05 - 3 de April, 2020

Um rapaz que teve um problema à nascença, genero de uma parelisia cerebral, tem montes de capacidades para a área da multimédia.. foi chamado para trabalhar na área do som e imagem num Centro Cultural e está lá ate hoje. Ele também tem seu próprio estudio de música e som

    ESES Ctec
    Posted on 9:58 - 8 de April, 2020

    Andreia são histórias como essas que são um exemplo para a sociedade. Um jovem com paralisia cerebral que consegui o seu trabalho e cheio de capacidades na área de multimédia. Este jovem ainda nos mostra que é possível ser empreendedor e com muito sucesso.
    Obrigado Andreia… continuação de um bom trabalho!

goncalovitorino
Posted on 13:15 - 9 de April, 2020

Em Vila Chã de Ourique, havia um homem com Síndrome de Down, perto dos seus 30 (na altura), que era um sucesso no cabeleireiro local.
Tudo começou quando os pais o tiveram de tirar da escola primária devido as suas dificuldades de aprendizagem. Na altura os professores acreditavam que era impossível o rapaz desenvolver as suas capacidades cognitivas e afirmaram que este estaria dependente dos pais para a eternidade da sua vida. A mãe é dona de um cabeleireiro em Vila Chã de Ourique, e como o filho não podia ir à escola, esta levava-o para o trabalho todos os dias. Visto que o senhor em questão cresceu acompanhado a mãe no cabeleireiro, e esta o estimulara para aprendo coisas novas – com a finalidade de a auxiliar no seu trabalho – o senhor acabou por se demonstrar um “génio dos cabelos”. Todas as senhoras da freguesia e arredores iam ao cabeleireiro de propósito para terem os seus cabelos arranjados, tratados, cortados e pintados por este senhor com trissomia 21. A mãe de uma colega minha, natural de Santarém cidade, ia todos os meses com a minha colega mais uma amiga, a Vila Chã de propósito ao cabeleiro para que este “Mestre Estético” lhes arranja-se os cabelos.
A última vez que ouvi falar sobre este senhor, este fora para Lisboa, sem nenhum membro familiar e apenas acompanhado por um individuo experiente, tirar um curso profissional na área da estética.

    ESES Ctec
    Posted on 16:43 - 14 de April, 2020

    Excelente partilha Gonçalo. São exemplos destes que mostram que todos podemos desenvolver as nossas capacidades dentro das nossas limitações. Quando fazemos uma profissão com gosto seremos sempre excelentes profissionais, foi o que aconteceu com esse senhor com Síndrome de Down,”Mestre Estético”.

monicamendoncac
Posted on 9:22 - 13 de April, 2020

Não sei de nenhum caso em especial na minha cidade. No entanto, na Fundação Champalimaud, dão trabalho a pessoas com deficiência mantendo-as ativas e integradas na sociedade.

    ESES Ctec
    Posted on 16:26 - 14 de April, 2020

    Muito obrigado Mónica.
    Será uma descoberta futura na tua cidade, de um local onde exista pessoas com DID…

adrianarodrigues
Posted on 18:00 - 18 de April, 2020

Para além do exemplo que o Gonçalo deu, na minha zona não tenho conhecimento de outro caso.
Contudo, após uma pesquisa, encontrei o caso de Renato Duarte que aos 28 criou uma empresa de multimédia, Estudamédia, vocacionada para o desenvolvimento de projetos educativos para crianças.
O Renato sofre de deficiência motora e paralisia cerebral, mas não foi impedimento para a criação deste projeto que conta com dois sócios.

simonlopes
Posted on 3:11 - 19 de April, 2020

Daniel Rodrigues, de 26 anos, chegou ao Hotel Axis Porto, em 2017, para fazer um estágio, no âmbito do projeto europeu “Valuable”, criado para promover a inclusão profissional de trabalhadores com DID. Em 2018, assinou contrato. Começou na copa, na limpeza de louças, e daí passou para a cafetaria, para fazer reposição nos pequenos-almoços. Tendo evoluído, já faz bolachas, descasca frutas, prepara sobremesas, faz receção de mercadorias e o registo das temperaturas dos equipamentos de frio – tudo o que outra pessoa faria nas funções em questão”. Daniel é um dos cerca de 15 mil portugueses com Trissomia 21, trabalha a sério, faz descontos, recebe um ordenado no final do mês, e, de um modo geral, é feliz. No Axis Porto, Daniel não é a única pessoa com Trissomia 21 – Noemi Costa, também de 26 anos, é camareira.

Pedro Amendoeira
Posted on 19:11 - 20 de April, 2020

Tenho conhecimento de um caso, de um jovem da minha terra, que sofre de uma deficiência cerebral grave devido a um acidente no qual esteve envolvido. Contudo, esse jovem trabalha num café, e prova ser uma mais valia tanto no seu local de trabalho, como na sociedade.

    ESES Ctec
    Posted on 8:58 - 22 de April, 2020

    Muito obrigado pela partilha deste jovem. São histórias como estas que nos ajudam a entender as capacidades das pessoas com dificuldades.

Ricardo_pme
Posted on 15:28 - 23 de April, 2020

Na minha terra não tenho conhecimento de nenhum caso em especial no entanto a C.R.I.C tem um jovem que muito rapidamente entendeu e compreendeu todos os softwares didáticos que na altura instalei nos computadores, até lhe disse que ele seria o professor para ensinar os restantes colegas.
muito inteligente aquele jovem!

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